Em resposta aos EUA, Brasil defende o Pix e rejeita acusações de práticas comerciais desleais – CartaCapital

Os índices de aprovação e avaliação do governo e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão virtualmente estáveis na comparação com dezembro, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira 14 pelo instituto Quaest em parceria com a Genial Investimentos.

Em janeiro, 49% dos entrevistados afirmaram desaprovar o governo, enquanto 47% disseram aprová-lo; outros 3% não souberam ou não responderam. No levantamento anterior, a taxa de desaprovação era a mesma, e a aprovação aparecia um ponto percentual acima — variação considerada dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

O dado mais expressivo do novo levantamento aparece no recorte regional. A Quaest registrou um salto significativo da aprovação no Nordeste, uma das principais bases eleitorais do presidente: hoje, 67% dos eleitores da região dizem aprovar o governo, ante 57% em dezembro. No Sudeste e no Sul, o movimento foi inverso, com crescimento da desaprovação.

Desde julho de 2025, quando Donald Trump anunciou o tarifaço contra o Brasil e o governo reagiu, esses índices caminham em relativa estabilidade.

Na avaliação do diretor da Quaest, Felipe Nunes, Lula ainda não teria conseguido ‘gerar uma sensação positiva de continuidade’. “O que, é preciso reconhecer, em tempos de polarização calcificada é mais difícil”, completou.

Foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o código BR-00835/2026.

Avaliação do governo

Quando perguntados como avaliam o governo, 39% responderam em janeiro que era de forma negativa; 32% positiva e 27% regular. Os índices também variaram dentro da margem de erro na comparação com dezembro do ano passado.

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