Carne bovina
Foto de David Foodphototasty na Unsplash
O governo do México publicou na segunda-feira (5) duas resoluções que estabelecem cotas de importação com isenção de tarifa para as carnes bovinas e suínas.
No entanto, os volumes de importação que excederem as cotas, vão passar a pagar taxa, o que deve impactar as exportações de países que vendem carne para o México, como é o caso do Brasil.
Até então, as importações desses dois produtos estavam totalmente isentas por causa do Pacic, o “Paquete Contra la Inflación y la Carestía”, iniciativa do governo que zera a entrada de determinados produtos, desde que os importadores não aumentem os preços da cesta básica.
Com a mudança, os mexicanos vão poder importar 70 mil toneladas de carne bovina sem pagar tarifa, mas o que exceder esse volume, será taxado em 20%.
Já a cota de importação da carne suína será de 51 mil toneladas, enquanto o volume excedente pagará taxa de 16%.
A medida vale até dezembro de 2026.
De janeiro a dezembro de 2025, a carne bovina foi o segundo produto mais vendido pelo Brasil para o México, enquanto a carne de porco foi a sétima, mostram dados do Mdic.
“A cota basicamente deverá ser utilizada por Brasil, Chile e União Europeia”, disse a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) ao g1.
Segundo a associação, a cota vale para os países de fora da América do Norte, e com os quais o México ainda não tem acordo de comércio.
O Pacic foi criado

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