
Omã pediu, neste sábado 28, que todas as partes encerrem os ataques para evitar “consequências graves”, depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã e Teerã respondeu com o lançamento de mísseis de longo alcance.
O Ministério das Relações Exteriores de Omã, país mediador nas recentes negociações entre os Estados Unidos e o Irã, expressou seu “profundo pesar pelas operações lançadas por Israel e Estados Unidos contra a República Islâmica do Irã”, e advertiu para o perigo de que “o conflito se torne algo com graves consequências para a região”.
Omã faz um apelo “a todas as partes para que parem imediatamente as operações militares e pede ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que convoque uma reunião de emergência para impor um cessar-fogo”, acrescentou.
Catar e Arábia Saudita, aliados dos Estados Unidos, também estão preocupados.
O emir do Catar, xeque Tamim bin Hamad al Thani, e o dirigente da Arábia Saudita, o príncipe herdeiro Mohamed bin Salman, pediram o cessar das hostilidades.
Em um telefonema, “ambas as partes destacaram a necessidade de pôr fim de imediato a qualquer ação que conduza a uma escalada e de voltar à mesa de diálogo, a fim de preservar a segurança regional e evitar um desvio para enfrentamentos mais amplos”, informou o gabinete do emir do Catar em um comunicado.
