
“Decisão do governo autoriza avanços regulatórios para pesquisa de minérios em áreas de fronteira, envolve órgãos de segurança, amplia debate sobre soberania, recursos estratégicos e transição energética, e ocorre em um momento de crescente disputa internacional por riquezas minerais globais”, destaca o texto.
As medidas visam expandir a extração de minerais raros usados em setores estratégicos, como construção civil, produção de fertilizantes, indústria de alta tecnologia e geração de energia.
“Elementos como titânio, zircônio e fosfato são considerados relevantes em discussões sobre autonomia industrial e segurança econômica”, afirma a revista.
Na segunda-feira (5), o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) aprovou 30 autorizações preliminares para exploração de jazidas em regiões fronteiriças. Esses documentos permitem a execução de procedimentos regulatórios, mas não autorizam a exploração imediata dos recursos.
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