
A coletiva foi dada após a segunda reunião entre representantes de ministérios do governo para discutir o ataque e sequestro do presidente venezuelano por parte dos EUA.
Além da participação presencial de representantes da Defesa e do Itamaraty, a reunião contou com a participação remota, por videoconferência, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, do ministro da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira e da ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior.
Anteriormente, Lula divulgou uma nota condenando o ataque norte-americano à Venezuela, afirmando que o episódio ultrapassa a linha do aceitável.
“Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, escreveu Lula na sua conta oficial no X.
Na madrugada deste sábado, os EUA atacaram a capital venezuelana Caracas e sequestraram Maduro e sua esposa, Cilia Maduro. Eles foram levados aos EUA para serem julgados por crimes relacionados ao tráfico de drogas.
Horas depois, o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela até que haja uma transição adequada e segura.
A ação dos EUA foi condenada internacionalmente. China e Rússia, principais aliadas da Venezuela, criticaram o uso da força contra a soberania venezuelana. A China pediu a Washington que respeite o direito internacional.
A Rússia reiterou que a América Latina deve permanecer uma zona de paz e que à Venezuela deve ser garantido o direito de determinar seu próprio destino sem ingerência externa.
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