O produtor Antônio Eugênio Vicentin, que cultiva a fruta há 30 anos e mantém 3 mil pés no sítio, explica que o atraso foi consequência direta da seca e do frio fora de época. Mesmo assim, ele espera colher cerca de 200 toneladas, volume possível graças ao sistema de irrigação que cobre 100% do pomar.

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