
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, nesta quarta-feira 11, a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente, que cumpre em Brasília a pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado.
Segundo os advogados, todos os laudos atestam um quadro de “multimorbidade grave, composto por doenças crônicas múltiplas, sequelas cirúrgicas relevantes, alterações funcionais e a interação dos medicamentos necessários”.
Em 6 de fevereiro, a Polícia Federal enviou a Moraes um laudo no qual concluiu que Bolsonaro tem condições de permanecer preso na Papudinha. Listou, porém, uma série de recomendações e sustentou que o ex-presidente tem sinais de desequilíbrio que aumentam o risco de novos episódios de queda, o que demandaria uma investigação complementar e um tratamento especializado.
Jair Bolsonaro está desde 15 de janeiro no Complexo Penitenciário da Papuda, em um local conhecido como Papudinha. Até então, cumpria a pena na Superintendência da Polícia Federal.
(Em atualização)
