A sustentabilidade tem sido uma pauta recorrente ao longo dos anos, desde a emissão de gases e o aquecimento global até a economia de água e de recursos finitos. Com o passar do tempo, a ecologia vem apresentando números cada vez mais alarmantes e preocupantes para a sobrevivência humana na Terra.
Há muito tempo a sociedade se mobiliza e cria campanhas voltadas à economia de recursos naturais – entre eles, a água, incentivando a redução do tempo de banho, o hábito de fechar a torneira enquanto se escova os dentes, entre outras ações. Mas como podemos utilizar a tecnologia a nosso favor nessa luta contra o desperdício?
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A tecnologia invisível no dia a dia
Nos últimos anos, a automação residencial e a familiaridade com produtos inteligentes têm se tornado mais comuns dentro de casa. São soluções aparentes, que deixam o lar com um aspecto futurista e tecnológico. No entanto, outra tendência tem se ressaltado: “tecnologia invisível”, que são produtos desenvolvidos com o auxílio da tecnologia e da automação que passam despercebidos, mantendo o conforto e o design do ambiente, mas contribuindo para uma maior pegada ecológica.
Empresas como a Docol trazem justamente esse ideal. A marca é referência na produção de itens em inox para o lar, como chuveiros e torneiras, integrando inteligência artificial, produtos smart, tecnologia e design em seus produtos, mantendo a sustentabilidade como um de seus pilares.
Legenda: Marcelo Alves, Designer senior da Docol
Inovação aliada à consciência sustentável
Marcelo Alves, designer sênior da Docol, afirma: “a sustentabilidade aqui dentro da empresa começa desde o projeto. Por exemplo, cada componente novo que eu crio ou cada produto novo que eu desenvolvo exige ferramentas e um processo produtivo. E esse processo consome recursos. Então, primeiro, a gente procura ter um processo de criação bem inteligente, aproveitando componentes que já temos na fábrica, evitando criar novos componentes. A sustentabilidade começa já no projeto.”
Ele também explica como os produtos podem auxiliar na economia de recursos sem alterar a experiência do cliente: “a torneira que você usa, por exemplo, quando você abre, ela não sai com bolinhas de ar? Isso significa que você está economizando água quando a torneira tem arejador, que é um dispositivo na ponta da bica que mistura ar com água. Você melhora a sensação, a percepção de ‘mão cheia d’água’, mas com ar junto. Você mantém a experiência economizando água”.
Nesse sentido, a tecnologia já faz com que o consumidor economize água. “E às vezes as pessoas nem percebem. Isso que é bacana. A gente precisa ser econômico, mas manter a experiência perfeita. Economizar, sim, mas sem comprometer o conforto”, finaliza Marcelo.
