
O Tribunal de Contas da União decidiu nesta quarta-feira 11, por unanimidade, arquivar a ação que questionava a indicação do presidente Lula (PT) de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O processo foi relatado pelo ministro Bruno Dantas, que seguiu o entendimento da área técnica do tribunal.
O pedido para barrar a indicação foi do Ministério Público junto ao TCU, com a justificativa de que a nomeação não seguia padrões técnicos, e sim políticos. Otto Lobo está na CVM desde 2022, quando foi levado ao órgão pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a diretoria.
A indicação de Otto para a presidência do CVM, órgão que tem como principal função regular fundos de investimento, enfrentou resistência dentro do próprio Ministério da Fazenda, pasta que coordena a comissão. Os auxiliares de Fernando Haddad tinham preferências por outros nomes.
