Ex-diretor da Abin, Ramagem foi condenado pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta

do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Enquanto tinha mandato de deputado, Ramagem não respondeu a crimes ocorridos depois da diplomação, em dezembro de 2022. Com a perda do mandato, o ex-diretor da Abin voltou a responder aos crimes e pode ser condenado novamente.

A fuga aconteceu em setembro de 2025, mês em que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou Ramagem, Jair Bolsonaro (PL) e outras seis pessoas por crimes relacionados a uma tentativa de golpe de Estado — todos foram condenados pela Primeira Turma do STF.

A Polícia Federal informou que o deputado federal cruzou do Brasil para a Guiana e, em Georgetown, capital do país, pegou um voo em direção aos Estados Unidos. Para entrar em território norte-americano, o parlamentar utilizou o passaporte diplomático, apesar de uma determinação para a anulação do documento.



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