Os smartwatches (relógios inteligentes e tecnológicos) deixaram de ser novidade e, aos poucos, passaram a fazer parte do cotidiano de quem busca organização e um olhar mais atento para a própria saúde. No pulso, esses relógios inteligentes acompanham o ritmo do dia sem exigir esforço do usuário. Eles observam o sono, contam passos, registram exercícios e monitoram sinais do corpo que antes passavam despercebidos. A ideia é simples: reunir, em um único dispositivo, informações que ajudam na tomada de decisão ao longo da rotina.
Dentro de casa, eles atuam como pequenos lembretes de bem-estar, sugerindo pausas para água, respiração ou descanso. No trabalho, evitam interrupções desnecessárias ao permitir a leitura rápida de mensagens e chamadas sem pegar o celular. Em encontros sociais, seguem discretos. Já ao ar livre, tornam-se aliados de segurança e desempenho, registrando trajetos, nível de esforço e oferecendo recursos de navegação.
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Relógio Garmin Fenix 8
A força desses dispositivos está justamente na integração. Em vez de vários aparelhos espalhados pela rotina, o usuário concentra tudo no pulso: monitoramento contínuo, dados físicos, metas e até alertas de emergência. Para quem está iniciando na atividade física, o relógio funciona como incentivo, mostrando metas alcançáveis e reconhecendo o progresso. Alguns modelos também oferecem recursos de segurança, como detecção de quedas e alertas relacionados à saúde.
Entre os modelos mais conhecidos estão Apple Watch, Samsung Galaxy Watch, Fitbit Sense e os relógios avançados da Garmin, como a linha Fênix. Eles são encontrados no Brasil, tanto em lojas físicas quanto online, e apresentam uma grande variação de preço: opções de entrada começam perto de R$ 700, enquanto versões mais completas podem passar dos R$ 6,0 mil. Cada marca costuma se destacar em áreas diferentes — desde sensores de saúde até GPS refinado e foco em performance esportiva.
Com sensores cada vez mais sensíveis e componentes menores, os smartwatches devem ampliar o tipo de informação que conseguem captar. Pesquisadores trabalham para que esses dispositivos identifiquem condições de saúde ainda nas fases iniciais, sugiram treinos ajustados ao perfil de cada pessoa e conversem com recursos de casa inteligente. Há modelos que já começam a atuar como chaves digitais, abrindo portas e veículos compatíveis.
